Mostrando postagens com marcador shopaholic. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador shopaholic. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de abril de 2009

Pipoca na Páscoa

Aqui em casa não se fala noutra coisa. E nas lojas, os vendedores estão já cheios de planos (os rapazes, claro, que são a maioria no meu caso). É que neste final de semana acontece a estréia - internacional! - do filme mais esperado da garotada: "Dragonball Evolution".



Não é só deste filme que quero tratar aqui, mas se o seu mercado inclui meninos e jovens rapazes, é bom ficar ligado. Como normalmente acontece, estes filmes são lançados junto a uma avalanche de produtos com o tema, de chinelinhos a suquinhos, passando pelas camisetas, meias, cuecas e pijamas - todos vão querer ter uma peça dessas.
Agora, se o seu público consumidor é formado na sua maioria por mulheres - e qual não é? Comprovadamente, é o gênero feminino o que mais consome e detêm o poder de decisão nas compras - não dá para perder outro filme que estréia neste feriadão concorrido para os cinemas: "Os delírios de consumo de Becky Bloom".


Inspirado no livro "Confessions of a Shopaholic" (confissões de uma viciada em compras), da britânica Sophie Kinsella - baseado em fatos reais - o filme é uma comédia muito redondinha, estrelada pela atriz Isla Fischer (de "Encantada") com figurino de Patricia Field ( a mesma de Sex and the City e o Diabo veste Prada) e produzida pela Disney (não falei que era redondinha?!).


A Becky do título é uma compradora compulsiva, atolada em dívidas e completamente desesperada para consumir. Para resgatar seu cartão de crédito e um pouco de dignidade em sua vida, resolve escrever sobre economia e finanças em uma revista de negócios. Já dá para imaginar a bagunça que veremos nas telas. Além disso, as cenas revelam muitas vitrines e interiores de lojas, clientes brigando por roupas em liquidações, vendedoras, caixas de lojas (daquelas que mostram um sorrisinho cínico quando informam a cliente que a compra foi recusada) e imensas referências a grifes como Hermès, Gucci, Chanel, Prada. Se não bastasse, ainda temos todo o figurino de Becky, que desfila pelo filme a bordo de criações de Dolce&Gabbana, Zac Posen, Gucci, Vicky Tiel, Givenchy, Cavalli, Versace, Gap, Pucci, Christian Dior, Lanvin, Miu Miu, Todd Oldham, Balenciaga, Marc Jacobs, Louis Vuitton, Alexander McQueen, Vivienne Westwood e Prada (ufa!). O tipo de filme que eu acho imperdível!



  • O trailer acima já faz rir. Vale a pena o clique. Adoro especialmente a fala inicial: "Sabe quando você está andando na rua e vê um bonitão que te sorri do nada? E seu coração meio que derrete como mateiga em pão quente? Pois é assim que eu me sinto quando vejo uma loja..."
  • Esse é um daqueles filmes raros onde o cinema supera a literatura. Portanto, minha dica é: não leia o livro, veja o filme!
  • Em tempo: "Dragonball Evolution" estreia dia 9/4. Já "Os delírios de consumo de Becky Bloom" está marcado para 10/4. Vamos?

quinta-feira, 19 de março de 2009

Nas lojas, a nova coleção de sapatos femininos!

        • Dizem que nós, mulheres, falamos demais. Mas sempre haverá um momento de intensa magia, onde palavras não são suficientes para expressar toda nossa emoção!

        * mais das luxuosas ilustrações da francesa Margaux Motin podem ser conferidas aqui. E o que é a música de abertura do site? Simplesmente a música mais linda do meu mundo cantada pela maior cantora do meu mundo... Tem que clicar!

        quarta-feira, 4 de março de 2009

        Consumoterapia e a vida sem excessos

        Atire a primeira pedra quem nunca afogou as mágoas ou celebrou uma vitória se dando um presente, em geral, algo desnecessário, quase inútil. Comprar é o esporte predileto do planeta. "Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo", zombava o jornalista Millôr Fernandes a respeito do consumismo exacerbado. A revista Mad Magazine resumiu em uma frase a atitude dos americanos: "A única razão por que uma família de classe média não possui um elefante em seu quintal é porque esse ‘produto’ nunca foi ofertado nos supermercados numa promoção vantajosa". Piadas à parte, o maior problema é quando se busca no consumo a solução para angústias. "Comprar não resolve questões da alma", analisa Beth Furtado. "Mas consumir acabou virando sinônimo de prazer", concorda Vera Rita de Mello Ferreira, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), que estuda o comportamento dos indivíduos na sociedade do consumo. "Diante das frustrações, a gente se socorre num vestido novo, apostando que ele possa aliviar nossas dores. Ao não encontrar aí a felicidade, vem um desapontamento maior."
        VAI VIRAR
        A desaceleração econômica, o arrocho do crédito, o desemprego, o mercado em queda... Uma ala significativa dos analistas concorda que do prejuízo sempre se pode obter lucro. Eles põem fé de que todas essas perspectivas que toldam o horizonte representam oportunidades. E trazem a reboque um consumo mais consciente. Na França, por exemplo, intelectuais como o sociólogo Gilees Lipovetsky estão saudando a recessão no setor de artigos de luxo, que, para eles, perverteu a cultura nacional. Outros estudiosos fazem coro: quando o mercado financeiro está bombando, as pessoas não têm pudor em ostentar e o dinheiro e seus delírios tomam conta da cena. Comprar se apresenta como alicerce para uma falsa segurança. Quando o orçamento aperta, somos obrigados a olhar para outros aspectos da vida.
        Não se trata da frugalidade absoluta. O consumo muda, mas os desejos continuam se multiplicando – ninguém quer adquirir um produto que dure para sempre. A variedade continua atraente. Somos seres mutantes, especialmente as mulheres, grupo que define a compra – o feminino é efervescente, inquieto. Não há nada de errado com isso. A coisa só fica ruim quando serve de desculpa para dilapidar, desperdiçar, desvalorizar. Para a psicanalista Vera Rita, autora do livro Psicologia Econômica – Estudo do Comportamento Econômico e da Tomada de Decisão (editora Campus/ Elsevier), a crise pode conter uma força agregadora. "Agora temos a chance de rever conceitos com que convivemos há décadas como se fossem naturais e inevitáveis. A estabilidade causa acomodação e engessa o pensamento. Perdemos a capacidade de olhar por outras perspectivas", diz ela.
        Nem os otimistas se atrevem, no entanto, a apostar que a vida vai ficar fácil. O que faz brilhar os olhos da psicanalista é a incrível criatividade que seremos obrigados a descobrir: "A mente só se desenvolve sob pressão", insiste Vera, e comemora antecipadamente o fim da inércia.
        Outras fontes de satisfação já despontam no horizonte: o ser humano vai se alimentar, por exemplo, da energia do encontro. Dedicar mais tempo aos amigos e à família torna-se uma nova forma de consumo. Ficar em casa, em vez de sair em busca do restaurante da moda, é uma das opções de uma vida pontuada por prazeres que não implicam excessos. Surge um modelo de compra diferente: ao mesmo tempo em que se busca o preço justo, investe-se em produtos que ofereçam gratificação emocional. Vamos descobrir que viver com menos pode render uma vida mais plena.
        * trecho da matéria "Menos", da revista Bons Fluidos, março 2009.

        sábado, 14 de fevereiro de 2009

        Ela também!

        Assim como Katie Holmes, Lilly Allen já tem uma segunda opção de carreira profissional a seguir, caso desista da música. Comprar parece ser a atividade exercida com mais afinco pela jovem cantora britânica. Durante uma entrevista ao New York Times, o repórter perguntou a Lilly se sabia quanto teria gasto com moda em 2008. Ela direcionou o olhar a sua assistente e soltou, irônica:" - Quantas centenas de milhares de pounds eu gastei com roupas?". A assistente, Ms. Silverthorn, respondeu: "Cerca de £100 mil". Libras e pounds me confundem tanto... O valor disso tudo, em reais, totaliza R$329.733. Ou seja, cerca de R$ 900 por dia dedicados inteiramente à moda!
        • E teve gente que achou pouco!
        • Pior foi os acharam que não deu nem para perceber...
        • Assisti a um desfile que teve como trilha um dos singles do primeiro CD de LillyAllen, "Littlest Things" e o resultado ficou muito bom - feminino e moderninho.

        *li no Petiscos.

        "A farra de Katie"

        Saiu no New York Post: Katie Holmes impulsiona o comércio de Nova York -"enquanto o restante dos moradores da cidade lutam para cortar suas despesas, a Sra. Cruise empreende um esforço solitário para manter a economia da cidade em crescimento", diz o periódico.
        Katie mudou-se para New York com a filha Suri, em julho de 2008, por conta de sua atuação na Broadway, na peça "All My Sons", de Arthur Miller. Elas estão em um apartamento em Manhatan, de propriedade do marido, Tom, e tornaram-se comuns às ruas da cidade.
        Além de ser vista saindo dos melhores restaurantes da cidade, Katie é frequentemente flagrada pelos paparazzi com sua filha Suri, carregando sacolas das mais sofisticadas lojas de Manhatan.
        O New York Post estima que, desde que chegou a cidade, Katie já gastou cerca de 14 milhões de dólares - "fizemos uma estimativa de seus gastos nos últimos 6 meses e ao final, orgulhosamente a coroamos "The Manhatan's Most Valued Shopper" (algo como "A Mais Estimada Consumidora de Manhatan").
        Alguns gastos de Katie, apurados pelo jornal:
        1. um relógio Cartier, em ouro rosa, US$30.000;
        2. um casaco Prada, para esquiar, US$1.395;
        3. um costume Armani, para Tom, US$5.400;
        4. um par de tênis Gucci, em couro de cobra, US$990;
        5. quatro pares de sapatos ingleses, feitos sob medida, US$825 cada par;
        6. um sobretudo de US$9.000 (pele? ecaaa!);
        7. Um casaco de couro com forro de cashmere, US$4.495;
        8. 6 suéteres com gola V, em várias cores, US$1.350 cada;
        9. roupas para Suri, em lojas como Hermés e Bompoint, cerca de US$17.000;
        10. novos aparelhos para a academia de ginástica do apartamento, US$7.000
        • O título "A farra de Katie" é do original - "Katie Holmes: New York Spending Spree".
        • Sabe o que Katie comprou enquanto esteve no Brasil? Já contei aqui.
        • Katie querida, como faço para contatar seu agente? Você é a atriz que precisamos para inaugurar o Teatro Municipal aqui de Baln. Camboriu. Tô nem aí para as críticas quanto à sua atuação em Nova York. Quero você e pronto!

        * traduzido do New York Post, Page Six.