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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O céu é o limite!

Domingão, de manhã, a cafeína já circulando na corrente sanguínea, chega a hora de atualizar a leitura semanal. Após uma folheada rápida na InStyle (USA) de agosto, comecei a arrancar as inserções irritantes. Antes de jogar tudo no cesto de lixo (reciclável, biên sur), um impresso me deteve: continha uma estatística realmente interessante.

Sapatos de salto altos venderam mais de US$ 5 bilhões, ano passado nos EUA! E olha que os dados já contemplam o início da crise financeira (divulgada em setembro de 2008 - um ano!). Mas já dá para ter uma ideia do que almejam as mulheres... Cinco bilhões gastos em saltos. Mamma mia!

  • Agora olhe o gráfico (que relaciona os gastos com a altura dos saltos, em polegadas) mais atentamente. Não lhe parece que o dinheiro, está distribuído de forma bastante equilibrada em todas as alturas?
  • Acho que isso mostra que as mulheres não gastam seu suado dinheirinho em apenas uma altura do salto.
  • Um olhar ("atento") no meu closet indicaria a mesma coisa...

Victoria Beckam personifica a pesquisa: sempre de saltos e às compras...

E mais: Uma pesquisa feita no Reino Unido (fresquinha, divulgada pela BBC News em 9/09) levantou os seguintes dados:
  • 37% das mulheres comprarão sapatos desconfortáveis desde que eles estejam na moda.
  • 4 entre 10 mulheres já compraram sapatos conscientes de que não conseguiriam usá-los.

Isso no Reino Unido... Mas mulher brasileira é diferente! Aposto meus L.A.M.B. (by Gwen Stafani, hechos en Brazil - não confundam com os riquésimos lãmbutãn...) que a porcentagem de mulheres que compram sapatos conscientes que vão conseguir usá-los somente uma vez é de 10 para 1!

"Meus" L.A.M.B!

  • É como diz o ditado: "casa de ferreiro espeto de pau". Somos da terra das havaianas, mas deixamos as inglesas no chinelo...
Mais rápidos foram os sulcoreanos. Até 2010, a capital, Seul, poderá ser considerada uma cidade amiga do salto alto – e das mulheres que os adoram. Até lá, a prefeitura terá pintado mais de 5 mil vagas de estacionamento de rosa, dando preferência para as mulheres. Segundo a administração, a medida vai permitir que as mulheres andem menos para chegar aos locais de trabalho. A ação faz parte de um projeto que pretende tornar a cidade mais amigável para as mulheres e inclui medidas como nova pavimentação das calçadas para não estragar os sapatos das coreanas.

  • Lá, a decisão foi política (e populista) para desviar a atenção para os verdadeiros problemas enfrentados pelas mulheres coreanas, mas não podemos dizer que seja de todo mal o fato de termos o "trânsito" facilitado.
  • Não é uma solução pra lá de simpática para estacionamentos de shoppings e de estabelecimentos comerciais?

  • Nem que seja por alguns dias... em comemoração pelo Dia Internacional da Mulher ou Dia das Mães, por exemplo... nos poupavam de alguns calinhos (ai, ai, ui!)

* gráfico da InStyle; pesquisa da BBC do Petiscos; estacionamento pink da Época OnLine.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

E quando o chulé invade a loja?

Pffff... está sentindo um cheirinho desagradável no ar? Bem no meio da loja, aquele par de tênis que o seu cliente acabou de tirar (pela primeira vez, após 90 dias de uso ininterrupto), é o culpado.
E agora? Como fazer com que as pessoas se dêem conta do tanto de nojeira que "mora" dentro de cada pé de tênis? Na Alemanha, lojistas que vendem calçados, tênis e material esportivo receberam do laboratório Novartis, fabricante do Lamisil, grandes caixas de acrílico expondo pares de tênis totalmente cobertos por fungos (de mentira) com uma mensagem de quarentena. A intenção era chocar as pessoas e passar a mensagem de que usando o creme da Novartis, a propagação de fungos é interrompida.

Lamisil é um produto indicado para o tratamento de doenças nos pés causadas por fungos (como frieiras, "pé-de-atleta" e o famigerado chulé, que tem o nome científico de bromidrose plantar). O material de PDV (ponto de venda) foi criado pela agência Saatchi & Saatchi da Alemanha.
  • Achei muito criativo, simpático, chamativo e... nojento! Torço para que dê resultados. Afinal, a dieta alemã de carne de porco, batatas e chucrute deve produzir um chulé... do Cão!
  • Além do material de PDV, foi desenvolvido um material impresso que "conversa" mesmo com o público alvo da campanha: jovens e adolescentes.

Eeeeeeecaaaaaa!

  • Sempre que algum cliente me pede dicas para eliminar o chulé, sugiro escalda-pés com vinagre (acido acético é um dos melhores fungicidas naturais que existem). E é um produto barato e acessível. Um litro de vinagre de álcool custa menos que R$1 e dá para muitas aplicações (a medida é um terço de vinagre e o restante de água morna, por pelo menos 15 min. Depois é só secar bem, especialmente entre os dedos e nas reentrâncias das unhas).
  • Aliás, manter os pés sequinhos é a grande sacada: aproveite para oferecer meias com grande porcentagem de algodão e um pouco mais grossas (que é para absorver bem o suor dos pés). Os bons fabricantes de meias sempre tem em suas coleções modelos assim (especiais para corridas de longa distância ou trekking).
  • E tem também as meias com propriedades antibactericidas e antifuncidas, feitas com microfibras que "transportam" a umidade do pé para fora. Tudo para exterminar com o maldito chulé carambolé...
  • Tem coisa mais indesejável que mau cheiro, hein?!

* vi no Update or Die. Para saber mais sobre o assunto e oferecer outras dicas para seus clientes, essa matéria do Jornal Zero Hora está supimpa: clara, resumida e completa.

terça-feira, 10 de março de 2009

Levou, usou e não gostou? Pode trocar!

Isso que é novidade! Além de conhecer os últimos lançamentos e escolher o futuro tênis, quem é fã de corrida tem mais um motivo para visitar as Nike Stores de São Paulo e do Rio de Janeiro: aproveitar o Running Service gratuito.
Em parceria com o Studio Passo, o serviço oferece avaliação física, assistência completa com profissionais especializados e testes para determinar o tipo de pisada.
Após esta primeira etapa de avaliação - fundamental para se descobrir o tênis que mais se encaixa ao tipo de pé e uso de cada cliente, vendedores especialmente treinados no universo running prestam esclarecimentos sobre os melhores modelos e produtos.
Mas o melhor vem agora - o sonho de 10 entre 10 consumidores de calçados: as lojas oferecem um serviço de Try Out - isso mesmo, um teste drive! Após comprar o tênis, o cliente pode testá-lo em suas corridas por até 10 dias e devolver ou trocar por outro, caso não tenha ficado satisfeito. Demais, não?
A procura está sendo tanta que é preciso agendar horário nas lojas!
  • O Running Service é um programa de assistência gratuita e completa aos corredores, que oferece uma ampla gama de informações (online e nas lojas) sobre corrida, prevenção de lesões nas articulações e as melhores opções de treinamento para cada pessoa; teste para determinar o tipo de pisada (na esteira ergométrica) acompanhado por fisioterapeutas e especialistas em corridas (Running Service) e o Try Out, que é a possibilidade de testar o tênis por 10 dias. A promoção não tem prazo para acabar.
  • Endereços lojas Nike em São Paulo: Nike Store do Shopping Bourbon Pompéia; Nike Store Morumbi Shopping; Nike Store Shopping Higienópolis; Nike Store Oscar Freire; Loja Velocitá Moema. No Rio: Nike Store Shopping Rio-Sul.

  • A revista Isto É desta semana traz reportagem de capa sobre o crescente número de adeptos da corrida no Brasil - que, segundo eles, já se tornou o segundo esporte mais popular do país. Se o seu negócio abrange este mercado, esteja preparado: corredores costumam ser clientes exigentes e informados, exigindo vendedores muito bem treinados! A matéria completa da Isto É está aqui.

* li no Update or Die

segunda-feira, 9 de março de 2009

Recall de Havaianas infantis nos EUA

E agora apareceu até recall de chinelos. E não é qualquer um: a brasileira Alpargatas vai recolher cerca de 210 mil pares infantis de Havaianas nos Estados Unidos, por falha no padrão da pintura.
Segundo o órgão de defesa do consumidor americano, unidades com pintura decorativa têm nível de chumbo acima do permitido pela legislação deles.

* li no blog da Lurdete Ertel, no clicrbs.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Estudo sugere que tênis baratos são melhores que caros

Consumidores que compram tênis caros, apostando que serão mais confortáveis e eficientes na proteção contra o impacto sobre pés e joelhos, podem estar jogando dinheiro fora, sugere um estudo realizado na Grã-Bretanha. Pesquisadores da Universidade de Dundeen testaram pares de tênis de três diferentes faixas de preço: entre 40 e 45 libras (cerca de R$150), 50 e 65 libras (R$220) e 60 e 75 (R$255). Os calçados foram adaptados para receber uma sola eletrônica que mediu a pressão no calcanhar, na sola do pé e no dedão, e testados em 43 voluntários enquanto corriam numa esteira. O estudo, que foi publicado na revista British Journal of Sports Medicine, constatou que o impacto sobre a sola do pé foi menor quando os voluntários estavam calçando os tênis de baixo e médio custo. "Apesar de a diferença ter sido pequena, pode ser significante a longo prazo. O estudo sugere que os tênis mais baratos oferecem maior proteção contra o impacto durante a corrida", afirma Rami Abboud, líder da pesquisa.
O Asics Gel Kinsei é vendido por cerca de R$900, nas melhores lojas do país
Relação custo e benefício No quesito conforto, os voluntários apontaram que os calçados mais baratos não deixaram a desejar. Abboud, que não revelou as marcas dos calçados, disse que os tênis usados na experiência são de três grandes fábricas "que podem ser encontradas na prateleiras de qualquer as lojas". "A percepção do consumidores é que quando se paga mais, se leva para casa um produto melhor. Nós constatamos que nem a pressão nem o conforto estão relacionados com o preço". Durante uma corrida, os pés são submetidos a uma pressão equivalente a duas vezes e meia o peso corporal. Conclusão: na dúvida, aposte na opinião de 100% dos especialistas - o uso de um par de tênis de qualidade pode reduzir em até um terço a pressão sobre os pés e os joelhos, protegendo-os contra dores e contusões.