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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Uma fantástica Fábula

A grife carioca Farm tem uma irmã caçula, A Fábula, com três lojas (duas no Rio de Janeiro, nos Shopping Rio Design Barra e Rio Design Leblon e uma em São Paulo, no Shopping Market Place).

E o que há nas "páginas" da Fábula? Ela é despojada, lúdica, colorida e orgulhosamente brasileira.

Por todo o lado, nos móveis , nas araras e nas paredes, animais da fauna da mata atântica estão presentes, compondo a atmosfera criada pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum que conseguiu reunir o melhor da proposta - criar um mundo de fantasias, tornar um sonho em realidade.

Com araras-tamanduás para expôr as roupas, baldes-macacos cheios de acessórios, carrinhos-onças e carrinhos-jacarés pra lá e pra cá, mesas-árvores, cabides-cobras e cabides-borboletas, as lojas também contam com um espaço com livros e um pequeno palco para contar histórias. Em uma das paredes, lê-se uma frase do livro "Quase de verdade", de Clarice Lispector: "Só é verdade no mundo de quem gosta de inventar, como você e eu. O que vou contar também parece coisa de gente, embora se passe no reino em que bichos falam."

Tamanduás com roupas penduradas no nariz, móbiles de morceguinhos e ursos revestidos de chita fazem parte do universo da Fábula

A Fábula apresenta um conceito de produtos com foco totalmente nas consumidoras mirins (a grife é direcionada para meninas entre 1 e 10 anos), criando uma experiência de consumo divertida e mágica. Todas as suas peças exibem estampas exclusivas, além de um design único, assinada pela estilista, e também uma das sócias, Kátia Barros.

Provadores-tenda e o interior, com móbiles no teto

A empresa CO.R Inovação,
especialista no reposicionamento de marcas no mercado treinou a equipe de vendas para que as atendentes não sejam meras vendedoras, mas também contadoras de histórias: todas as vendedoras têm formação em música e artes cênicas, para oferecer às mães e às crianças um atendimento lúdico diferenciado.

  • Moda para gente pequena com conceito de gente grande.

  • O site da marca vale a visita - considero um dos melhores sites de moda que já vi, apesar de preferir a primeira versão - a página foi recentemente reformulada.
  • Prestem atenção na seleção musical que apresenta o melhor da música brasileira em é super democrática: agrada crianças e adultos!

domingo, 27 de setembro de 2009

Galeria de Arte

Moldura, na vitrine da Cheklist, recém chegada a São Paulo;

"Arara" alternativa, em corner de coleção infantil, de Anne Valerie Hash (na expo Pitti Bimbo, 2009/10, Milão);

ao lado de outros quadros (mesmo sem moldura),o vestido ganha status de obra de arte;

na vitrine vazia (em momento "antes")

e "depois", com nova pintura, para destacar-se do fundo de madeira;

expediente utilizado também no interior da loja de acessórios Danna, de Campo Grande, MS.

  • Molduras são o "entorno" das obras de arte e costumam ser utilizadas para criar um foco de atenção para o produto.
    • * as 3 últimas fotos são de autoria de André Ferreira, vitrinista que também assina o trabalho mostrado.

      terça-feira, 22 de setembro de 2009

      E o Oscar vai para... Louboutin!

      O designer de sapatos francês Christian Louboutin escreveu e dirigiu o curta Psycho-logic, criado para celebrar a nova boutique da marca em Beverly Hills, a Hollywood Boutique of Christian Louboutin.

      O filme homenageia o clássico Psicose de Alfred Hitchcock e mescla a história original com o estilo inovador e sensual de Louboutin.
      • Para agradar os fãs do verdadeiro cinema e as amantes de belos sapatos...
      • Reparou na trilha? É o novo hit do Mika, "We are golden". Mais uma que não pode faltar na sua set list de música ambiente...
      • Como diria meu amigo, Marco Jorge, diretor do premiadíssimo Estômago:" Isso é que é entrada cinematogáfica!"

      quarta-feira, 2 de setembro de 2009

      Conselhos...

      Imelda Marcos está chegando. Compre mais sapatos agora!" Cartaz (pendurado no cabide!) no depósito da Barney's New York (Barney's Warehouse Annual Sale, de 20/08 a 7/09/09.

      "Enfie sua bunda em alguma calcinha sexy!" A "Raposa do Brooklyn", sex shop, agosto/09.

      • Viver em Nova York tem dessas vantagens. Com tantas opções e tão pouco tempo a perder, a publicidade não substima a inteligência do consumidor e simplifica.
      • Vai direto ao ponto.
      • Sem gastar "rios de dinheiro"
      • Com muita criatividade. E sem dispensar o bom humor.

      * a foto da Barney's veio do dbstudio. "The Brooklyn Fox", do Racked New York

      sábado, 13 de junho de 2009

      Duas casas de Louis Vuitton

      Underground ou trés chic? A Louis Vuitton está mesmo disposta a agradar aos mais variados públicos. Basta ver estas duas novas lojas da marca em Tóquio e em Deauville, na França.
      A primeira é absolutamente moderna: fica no subsolo de uma loja de departamentos no bairro de Ikebukuro, na capital japonesa. Trata-se de um espaço temporário (mais um!), com visual que lembra um canteiro de obras com guindastes, caixas de madeira e cones espalhados.
      Já a unidade francesa é o oposto. Instalada em um château de estilo inglês, com mil metros quadrados distribuídos em dois andares. Ali, a décor é sofisticada e fiel ao padrão Louis Vuitton.
      • Endereços diferentes, formas diversas da maison conquistar novos clientes pelo mundo afora.
      • Qual o seu preferido?
      • Vendo as fotos do interior da LV de Tóquio tenho uma sensação de dejà vu. Não parece o cenário do desfile outono/inverno 2009 da rede gaúcha, Pompéia? É ou não é?

      * tudo da Wish Report.

      segunda-feira, 25 de maio de 2009

      Crítica de Loja - Gilly Hicks

      Não satisfeitos em dar uma virada total no posicionamento da marca Abercrombie & Fitch - que, de lojas de roupas para homens clássicos, tipo calça-cáqui-de-algodão-camisa-oxford-azul-claro-blazer-marinho virou uma marca tipo loja-com-clima-de-balada-para-mocinhas-e-mocinhos-modernosos - o pessoal do grupo Abercrombie resolveu lançar uma rede de lojas de lingerie de classe A totalmente diferente, a Gilly Hicks. Como se pode conferir no site, eles tentam dar um ar de exotismo à coisa toda, sugerindo que a marca vem de Sydney, Austrália. Mas a verdade é que a sede fica em Ohio, nos EUA mesmo.

      Fui duas vezes à única loja que existe na região de Miami. Uma vez sozinho, só para conhecer. E, depois, levando minha mulher para conhecer (e comprar, é claro). A loja fica no Aventura Mall, no segundo piso, bem em frente à loja da Ferrari. Dou essa dica para o caso de você querer ir lá, porque, mesmo procurando, tive dificuldade em encontrar a Gilly Hicks. É que a fachada é um tanto fechada (desculpe o trocadilho involuntário). E a marca simplesmente não aparece (confira na foto).

      Na verdade, a marca está grafada em letras douradas, bem pequenas, coladas à parte inferior do vidro das janelas da fachada - janelas que sugerem pertencer a uma casa chique, situada em uma fazenda australiana ou em alguma plantation do sul dos EUA.

      Dentro, a loja é imensa. Calculei pelo menos uns 600m2, mas posso ter errado, pois o espaço é dividido em vários ambientes, como se fossem os cômodos de uma casa antiga. Tudo fica na penumbra, com paredes e prateleiras de uma madeira quase negra, um grande lustre de cristal com lâmpadas bem fraquinhas, carpete cor de vinho e uma luz muito suave, a não ser pelos focos individuais dirigidos para cada um dos produtos expostos. O arquiteto foi muito feliz no uso da iluminação. Criou com ela um verdadeiro cenário, no qual os protagonistas são os produtos. As fotos, infelizmente, não dão uma idéia clara do quanto é bacana o efeito resultante do uso bem pensado da iluminação dirigida num ambiente bem escuro. Aqui no Brasil, a maioria das lojas não sabe fazer uso da iluminação com a competência que os gringos têm para esse tipo de coisa. Embora um tanto alta para os ouvidos sensíveis de um cinquentão, a música é de boa qualidade. Chique, sofisticada. Nada daquele bate-estaca irritante das lojas Abercrombie, que tanto me incomoda. O serviço também não tem nada com o das lojas Abercrombie, onde vendedores e vendedoras quase-grosseiros, que parecem se achar os bam-bam-bans da bala chita e pensam (ou são levados a acreditar) que são mais importantes do que qualquer cliente, se limitam a, se tanto, indicar com ar blasé onde fica o produto que o pobre coitado que se dispõe a comprar algo lá está procurando. Na Gilly Hicks, o atendimento foi cordial, feito por mocinhas atenciosas, discretas e, aparentemente, bem treinadas. Só não me deixaram entrar na área dos provadores, mas isso é compreensível, porque lá dentro circulam clientes do sexo feminino em trajes menores. Corria o risco de ficar traumatizado para sempre (!!!). Minha mulher, que entrou nessa área restrita para ver e para provar algumas peças, me contou que os provadores são grandes, bacanas, com lugar para sentar e um móvel que imita uma cômoda antiga (ver foto abaixo) com várias gavetas. Em cada gaveta, um modelo de sutiã em todos os tamanhos disponíveis. Para a cliente provar à vontade, sem ter que sair do provador. Experimenta, pega os papeizinhos com a referência dos modelos de que gostou e depois pede à vendedora os que quer levar, no tamanho e nas cores de seu interesse. Prático, simpático, inovador, inteligente.

      Os produtos, de forma geral, são bacanas. Minha mulher achou, eu achei e minha filha, para quem trouxemos algumas peças, também. Claro que há calcinhas gringa style, com a parte do bunda um tanto grande e bufante. Mas também há modelos que uma brasileira pode usar sem o risco passar vexame na frente do amado (ou amada, que este é um blog sem preconceitos), na hora de tirar a roupa.

      A não ser pelos produtos em promoção (bem interessantes, diga-se de passagem), os preços, no geral, são bem salgadinhos. Ainda mais para o bolso de quem ganha em reais. Mas suspeito que estejam altos, mesmo para quem ganha em dólar, o que talvez explique o motivo dea a loja estar tão vazia, nas duas vezes em que lá estive. Isso e mais o fato da loja ser tão "fechada", parecendo um lugar onde a gente só deve entrar se for convidado, como a casa de alguém que a gente não conhece direito. Em suma, um conceito de negócio bacana, com bons produtos, comunicação azeitada para uma identidade visual bem bolada, mas que vai precisar ser revisto - ou muito divulgado e promovido - se o objetivo for torná-lo lucrativo.
      • Obrigada, Marcelo, seu texto fornece tantas informações que merece ser estudado, parágrafo a parágrafo.
      • Gosto especialmente do trecho que trata sobre música ambiente e da atitude arrogante de vendedores em certos estabelecimentos, notadamente os de moda jovem.
      • Para finalizar, acrescento uma opinião feminina sobre a Gilly Hicks, extraída deste blog: "A linha de calcinhase sutiãs de cores de balas é estensa e preence várias paredes, mesas e expositores. A variedade realmente impressiona e incluem ainda materiais como renda e algodão. Todos os modelos de sutiãs podem ser comprados com ou sem aro. Sem falar na miríade de camisetinhas (undershirts), biquinis, cuequinhas, pijamas e produtos para baho, velas e colônias. E a qualidade dos produtos também não fica a dever. Foi uma experiência encantadora comprar em um ambiente tão íntimo e com uma atmosfera sexy, nada vulgar. E em momento algum fui importunada por vendedoras invasivas, ao contrário! Mas elas estavam sempre por perto exatamente quando eu precisei de ajuda."

      * texto do consultor de varejo Marcelo Cherto, publicado em seu blog em 21/05/2009

      terça-feira, 28 de abril de 2009

      Elefante laranja

      Anunciada para março, a primeira loja brasileira da Hermès ainda não abriu as portas. Foi o suficiente para que uma onda de boatos sobre a grife se espalhasse – houve quem desse como certo que ela nem ia mais ser inaugurada.

      "Há clientes que me param no shopping para saber quando abriremos", diz Richard Barczinski (foto acima), contratado pelo Shopping Cidade Jardim para comandar a operação nacional da grife. Segundo ele, o atraso se deve ao fato de 90% do material utilizado na construção ser importado – exigência da marca. O mármore do balcão, por exemplo, vem de Fátima, em Portugal, mas primeiro passa pela França. Só sai de lá depois que o lote é aprovado por um funcionário da Hermès. "Devemos inaugurar em agosto", promete Barczinski.

      • Ai, ai, ai, vamos por partes... primeiro de tudo, Hermès no Brasil, para sempre terá seu nome vinculado ao ex-presidente Collor - fã declarado das gravatas da marca. Ou seja, já começa mal...
      • Segundo (pausa, close no olhar indignado): - Como é que é? O mármore sai de Portugal, vai à França e só depois enviam para o Brasil? Por acaso a Hermés já ouviu falar na máxima pense global, compre local (think global, buy local - people should buy their good as much as possible from local sources as part of global efforts to stop potentially catastrophic climate change).
      • Se eu trabalhasse como RP da maison Hermès estaria envergonhada...
      • A gente até aprecia a mania da maison Hermès por elefantes, mas... megalomania... tsc, tsc, pega leve, Hermès!

      *li no blog Terraço Paulistano, da revista Veja São Paulo. A foto de Richard Barczinski também é de lá. As da campanha Orange Hermès et Rose Indien são do verão 2008 e saíram do meu arquivo. Apesar de tudo, continuo achando uma das imagens de moda mais impressionantes dos últimos anos.

      segunda-feira, 13 de abril de 2009

      Acrílico curvo

      Todo o mundo perplexo com a crise mundial que começou nos Estados Unidos, mas não páro de ler notícias sobre marcas que escolheram a cidade de Nova York para abrir suas novas lojas. A bola da vez é Derek Lam que marcou o dia 6 de maio para inaugurar sua flagship no coração do Soho, bairro modernex da cidade.
      E o projeto é a cara do bairro: uma loja inteiramente branca e transparente criada pelo renomado escritório de arquitetura japonês Sanaa. Os designers usaram e abusaram de paredes de acrílico para dividir os vários ambientes e expor a coleção de Derek.
      O blog está de olho: tão logo consiga mais fotos da loja coloco aqui. Adoro loja bonita!
      * vi no Portal One

      terça-feira, 17 de março de 2009

      É barato ser fashion!

      No último domigo, 15 de março, a rede de lojas de departamento gaúcha Pompéia apresentou sua coleção de inverno 2009 na sua cidade de origem, Camaquã, no interior do Rio Grande do Sul. O evento, que reuniu cerca de 250 convidados, dá seguimento a várias estratégias depois que a empresa adotou o slogan "É fácil ser fashion", mostrando que moda popular também pode ser antenada. Neste ano, a palestrante foi Gloria Kalil, que falou sobre o mercado brasileiro de moda, o perfil do consumidor e as tendências para o inverno 2009. Segundo ela, as empresas de moda devem dar ao consumidor um meio de mostrar o que ele realmente é. "A roupa hoje é uma expressão individual, diferente de tempos atrás, quando era uma expressão social". Ainda de acordo com Gloria, a imagem de uma marca deve ser bastante clara, para que o consumidor possa se identificar rapidamente com ela. O desfile foi ambientado no centro de distribuição da loja, com stylist de Éden Matarazzo. A coleção investiu no conceito cheap chic (moda acessível), e apresentou cerca de 50 looks para masculino, feminino e infantil. No feminino, destaque para calças saruel, looks de alfaiataria, padronagens xadrez, estampas, bolsas pequenas e médias (em substituição às oversized das últimas temporadas) e botas, muitas botas.
      Para o público masculino, sobreposições, padronagem argyle, alfaiataria, calças com modelagem slim, cangurus e tênis esportivos. Ambas coleções foram baseadas em tons neutros, como cinza, marrom e bege, além do preto. Os looks do infantil trouxeram cores para o frio, casacos, estampas gráficas e galochas.
      • Fundada em 1954 pelo empresário Lins Sperotto Ferrão, na cidade de Camaquã, a Pompéia é considerada uma das maiores redes de lojas de departamento do Rio Grande do Sul, com cerca de 50 lojas em todo o estado e aproximadamente 2500 colaboradores
      • Muito bom o aproveitamento do corredor central do galpão de estoques como passarela para o desfiles; lembrou-me um desfile da linha "cruiser" da Chanel que foi feito em um hangar de aviões. Aplausos do blog para o autor da idéia - e para quem aprovou!
      • Pergunta: quando você vê nos textos termos como cheap chic, oversized, slim, argyle, skinny, clutch ou saruel você tem exata compreensão do que eles significam? Gostaria de ver aqui um dicionário de termos de moda mais comuns ao varejo?

      * texto e fotos do Portal UseFashion

      segunda-feira, 16 de março de 2009

      Crítica de Loja - Renner, C&A, Marisa e Riachuelo *

      O site Chic, administrado pela consultora de moda Gloria Kalil, fez uma série de reportagens sobre as coleções de inverno 09 das lojas de departamento. Foi mais de um mês entrevistando os responsáveis pelo estilo de cada marca, fotografando as peças e visitando algumas unidades da Renner, Riachuelo, Marisa e C&A. O que diferencia uma marca da outra não é o preço – todos muito parecidos, com variações de, no máximo, R$ 10 em produtos semelhantes – nem a informação de moda – as quatro redes têm esquemas idênticos de pesquisa e assinam bureaux de tendências, como o WGSN – aliás, a reportagem teve acesso às indicações feitas pela agência para a estação e confirmou que são as mesmas apresentadas pelas lojas, sem tirar nem por. A principal diferença entre elas está na qualidade e na variedade. Enquanto Renner e C&A apresentam (na maioria das vezes, já que também pode haver pequenas variações dependendo do produto) peças mais bem acabadas e opções para vários estilos, na Riachuelo e na Marisa há menos possibilidades. Fazer a escolha certa não é impossível, mas requer um olhar mais apurado. Na Marisa, por exemplo, chama a atenção a quantidade de tecido sintético usada até para as básicas camisetas brancas. É no masculino, sem dúvida, o ponto fraco de todas as marcas. Renner e Riachuelo se salvam (de leve). A primeira por montar uma coleção pensando em todas as circunstâncias tal qual é feito para as mulheres – há ternos para o trabalho, mas também calças confortáveis para o fim de semana, suéteres neutros para usar por baixo dos paletós ou mais descolados para um look com calça jeans, jaquetas etc. Já na Riachuelo tem a Pool, marca clássica especializada em polos – curinga em todas as lojas – que agrada homens de várias idades. Mas, no dia da visita da reportagem à C&A não havia sequer uma camiseta lisa com decote em V nas araras masculinas. Outro pecado constante é estampar t-shirts e polos para dar um "ar jovem". E foi na Marisa que ficaram claras as dificuldades de um homem antenado. Uma das vendedoras confessou que a maior procura é por calças skinny - que não existem nas lojas de departamento que parecem enxergar os homens apenas como consumidores de jeans largos, camisetas sem graça e camisas idem. No entanto, para as mulheres, é realmente possível montar um look atual apenas comprando nessas lojas – se esse for seu desejo. Apesar de não serem exatamente uma fast-fashion – o tempo entre detectar uma modinha nova e colocar à venda é de até dois meses (apenas a Renner não divulga esse tipo de informação), dá para consumir uma moda rápida e esquecer que a peça precisa durar mais de uma estação (e muitas vezes nem precisa mesmo!). Bom para quem não quer parar de ir às compras nem em tempos de crise, nem deseja abrir mão do estilo. * crítica de loja extraída do Chic, em 16/03/09. Foto do catálogo Renner de março, 2009, "É tempo de Mulher" .

      terça-feira, 10 de março de 2009

      Levou, usou e não gostou? Pode trocar!

      Isso que é novidade! Além de conhecer os últimos lançamentos e escolher o futuro tênis, quem é fã de corrida tem mais um motivo para visitar as Nike Stores de São Paulo e do Rio de Janeiro: aproveitar o Running Service gratuito.
      Em parceria com o Studio Passo, o serviço oferece avaliação física, assistência completa com profissionais especializados e testes para determinar o tipo de pisada.
      Após esta primeira etapa de avaliação - fundamental para se descobrir o tênis que mais se encaixa ao tipo de pé e uso de cada cliente, vendedores especialmente treinados no universo running prestam esclarecimentos sobre os melhores modelos e produtos.
      Mas o melhor vem agora - o sonho de 10 entre 10 consumidores de calçados: as lojas oferecem um serviço de Try Out - isso mesmo, um teste drive! Após comprar o tênis, o cliente pode testá-lo em suas corridas por até 10 dias e devolver ou trocar por outro, caso não tenha ficado satisfeito. Demais, não?
      A procura está sendo tanta que é preciso agendar horário nas lojas!
      • O Running Service é um programa de assistência gratuita e completa aos corredores, que oferece uma ampla gama de informações (online e nas lojas) sobre corrida, prevenção de lesões nas articulações e as melhores opções de treinamento para cada pessoa; teste para determinar o tipo de pisada (na esteira ergométrica) acompanhado por fisioterapeutas e especialistas em corridas (Running Service) e o Try Out, que é a possibilidade de testar o tênis por 10 dias. A promoção não tem prazo para acabar.
      • Endereços lojas Nike em São Paulo: Nike Store do Shopping Bourbon Pompéia; Nike Store Morumbi Shopping; Nike Store Shopping Higienópolis; Nike Store Oscar Freire; Loja Velocitá Moema. No Rio: Nike Store Shopping Rio-Sul.

      • A revista Isto É desta semana traz reportagem de capa sobre o crescente número de adeptos da corrida no Brasil - que, segundo eles, já se tornou o segundo esporte mais popular do país. Se o seu negócio abrange este mercado, esteja preparado: corredores costumam ser clientes exigentes e informados, exigindo vendedores muito bem treinados! A matéria completa da Isto É está aqui.

      * li no Update or Die

      segunda-feira, 9 de março de 2009

      Nova loja Cavalli em Paris

      Inaugura amanhã, 9/03, a maior loja de Roberto Cavalli em Paris, na esquina da rua Saint-Honoré com a rua Cambon. No edifício com 3 andares, o primeiro piso será dedicado somente aos acessórios, como bolsas, perfumes, óculos e bijoux. No segundo, as roupas do dia-a-dia (pret-à-porter). No terceiro andar, uma área reservada para os vestidos de noite, um ateliê para roupas feitas sob medida e, surpresa!, a exclusiva linha de lingeries e um espaço destinado para "brinquedinhos sexies" (ui!). Em outra área do mesmo piso ficarão as peças da linha casa, com espaço ainda para uma coleção de produtos para pets. A idéia de vestir os cães com mais estilo, surgiu porque Roberto e sua esposa, Eva, têm vários deles em casa e adoram animais (como também suas peles e as estampas nelas..) CAVALLI CARD

      Além da nova loja de Paris, o estilista italiano (foto) lançou no começo do mês um cartão de crédito da MasterCard. Dá para adivinhar a padronagem? Oncinhas, cobras, zebras e tigresas!

      Quem tiver o Cavalli Card fará parte de um grupo VIP com acesso à vendas especiais, será o primeiro a saber das liquidações e ganhará descontos em pacotes de viagens, shows e em compras de produtos de beleza. O cartão já está disponível em todas as lojas Cavalli no mundo e através do website, desde 1º de março.

      * fotos Wish Report e Petiscos.