


na vitrine vazia (em momento "antes")
expediente utilizado também no interior da loja de acessórios Danna, de Campo Grande, MS.
* as 3 últimas fotos são de autoria de André Ferreira, vitrinista que também assina o trabalho mostrado.
na vitrine vazia (em momento "antes")
expediente utilizado também no interior da loja de acessórios Danna, de Campo Grande, MS.
* as 3 últimas fotos são de autoria de André Ferreira, vitrinista que também assina o trabalho mostrado.
A gente sabe o quanto a aparência pessoal do vendedor é importante e contribui para a construção do argumento de venda. Afinal, se o vendedor é desleixado consigo mesmo, como quer que o cliente acredite que vai dar atenção de qualidade a ele?
Mas, e quando existe cuidado excessivo com a aparência? Segundo os autores do livro "Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal", excesso de vaidade denota superioridade, arrogância, além de um criticismo (hábito de criticar o outro) exagerado - ou seja, tudo o que um vendedor NÃO deve ser/ter.
Para evitar este comportamento, dá para aprender com bons exemplos ou com os maus...
Desde que as personal stylists, Fernanda Resende e Cris Gabrieli, do onipresente Oficina de Estilo, foram contratadas pelo Shopping Cidade Jardim, temos vistos uma série de posts com dicas das vendedoras de lá, fotos de vitrines e vídeos onde as lojas são apresentadas. Elas têm até um canal no Youtube com todos os vídeos! - um prato cheio para o blog!
No vídeo abaixo, pediram à Cecília, gerente da Ellus and Guests, aberta no final de julho para fazer uma visita guiada pela loja, apresentar o conceito da loja e mostrar alguns dos produtos lá vendidos... e... her... eu não vou escrever mais nada. Vejam vocês e tirem suas próprias conclusões:
"Quanto ao atendimento, realmente acho que essa coisa de vestir as meninas com o estilo da marca e fazê-las se acharem mais importantes do que as clientes é um grande erro."
"No varejo quem tem que brilhar é a cliente."
"Acho realmente um tiro no pé colocar vendedoras bestinhas que se acham."
"O comércio apresenta tantas opções de compra, que, sinceramente, não tenho que me submeter a isso."
*de tempos em tempos minha língua passa pelo afiador. Tenho deixado ela bem quietinha dentro de casa, trancada mesmo. Mas hoje foi irressistível. Então, desculpa aí o constrangimento e tudo o mais (afinal, não é pessoal, MESMO!) - mas cuidado com as beiradas, que a língua tá cortando até água... As frases em negrito do final não são de minha autoria, são da leitora Luciana Pinheiro, de BH, e foram retiradas dos comentários deste post aqui.
no jardim interno da Farm Harmonia da Vila Madalena (repara que tem até redário para relaxar após as compras)
e também nos provadores, que mais parecem uma mini-floresta (Farm Harmonia, Vila Madalena);
nas vitrines da Timberland, decoradas com caules verdes de bambu, do Shopping Iguatemi;
* a fachada da loja da Adriana Barra e a parede da Sacada foram desenvolvidas pela Quadro Vivo.
Primeiro, ele projetou três pares de sneakers para a marca Nike, um feito bastante impressionante em si mesmo (os têninhos são um chuchuzinho!).
Então, ele "arrebentou" com a banca da escola ao criar um comercial para "vendê-los", combinando ilustrações de Keith Haring com uma paleta de 90 cores.
O anúncio é tão animado quanto os calçados e a trilha do DJ Markey Funk foi mais uma bela escolha do estudante.
* do Updateordie. Foto do Romolo.
Cena de "Por amor e por dinheiro" (For Love Or Money, 1993 ), com Michael J. Fox, interpretando não um vendedor, mas o gerente de um hotel de luxo que faz de tudo para agradar os hóspedes.
Desde 2000, a Pantone, autoridade global em cores e fornecedor de padrões profissionais de cores para a indústria do design, vem elegendo "uma cor do ano". Este ano, decidiram que é o amarelo, baseados em vários fatores da moda e também do design gráfico.
A sobretaxa provisória sobre os calçados importados da China, anunciada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) na semana passada, elevou o tom da briga entre marcas multinacionais e indústrias brasileiras do setor, especialmente a Vulcabrás/Azaléia.
Os dois grupos se enfrentam desde o ano passado em um processo de antidumping no Ministério do Desenvolvimento, que culminou na decisão, válida por seis meses, de taxar em US$ 12,47 cada par de sapato comprado do país asiático. Fabricantes de tênis de marcas estrangeiras, como Nike, Adidas, Puma e Asics, e até a brasileira Alpargatas, pediam a exclusão dos tênis de corrida da medida, o que não ocorreu.
Asics acusa a Abicalçados de favorecer a Vulcabrás
Em comunicado, a japonesa Asics criticou abertamente a decisão da Camex. Para a empresa, a decisão beneficia somente a Vulcabrás/Azaleia, dona das marcas de tênis Reebok e Olympikus. Para a empresa, com a medida, “o consumidor ficará nas mãos de uma empresa com grande poder de mercado.” A Asics importa da China até 60% do volume vendido no País. A companhia estuda medidas jurídicas para reverter a decisão. Por ora, prevê aumento de preços.
Grupo Vulcabrás/Azaléia rebate as críticas com "tapa de luvas"
Pouco mais de uma semana após o anúncio da aplicação de sobretaxas sobre calçados importados da China, a Vulcabrás/Azaleia anunciou a contratação de 1,8 mil pessoas em suas quatro fábricas no País. A abertura de vagas na Vulcabrás/Azaleia está diretamente relacionada à medida do governo, afirma o presidente da companhia, Milton Cardoso. O grupo tem hoje 37 mil empregados no Brasil e na Argentina. "Desde 2007, R$ 200 milhões foram aplicados na construção de prédios industriais, na compra de máquinas e no desenvolvimento de produtos. Com o dumping e a conclusão da a parte física dos investimentos, podemos admitir mais pessoas”, diz Cardoso.
Milton Cardoso, que preside a Abicalçados e é também o presidente do Grupo Vulcabrás/Azaléia.
* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
* vitrine do centro paulistano. Foto do site de Cesar Giobbi. Vê o texto: "O flagra de hoje cedo de uma vitrine na r. da Quitanda, mostra que o esforço em tornar os manequins cada vez mais semelhantes a um ser humano parece não ter limites. Se antes eles mais se assemelhavam aos antigos bonecos de crianças, desprovidos de sexo, agora, ganham genitálias. Algumas até realistas -ou seria otimista?"
O filme homenageia o clássico Psicose de Alfred Hitchcock e mescla a história original com o estilo inovador e sensual de Louboutin.
Quem é fã do seriado Sex and the City (eu!eu!eu!) deve lembrar da cena (da quarta temporada, ok?) em que a personagem Samantha, Relações Públicas de estrelas como Lucy Liu (interpretando ela mesma) arma a maior confusão com a cliente por se passar por ela para comprar uma Birkin Bag, fingindo que a bolsa era para a atriz (e por isto "furando a fila").
Alardeada por todo o lado e confirmada pelo presidente da marca, Patrick Thomas, em entrevista à Veja) a famosa fila de espera para se comprar uma bolsa Hermès, modelo Birkin, parece ser mais uma artimanha de marketing do que verdade, propriamente dita. Olha o que Ana Clara Garmendia, jornalista de moda residente em Paris, respondeu para uma leitora àvida por uma destas bolsas:
Se for um modelo mais complicado, como este em couro de crocodilo, o preço sobe e a mercadoria pode estar em falta, mas quem quer ter uma Birkin não fica sem. É para isto que a Hermés criou a bolsa: para vender. O resto é frescura do mundo fútil da moda."
Pra quem chegou até aqui e ainda não sabe: Há diversas versões para a história da criação da Birkin Bag, que ao lado da Kelly Bag e dos lenços de seda tornaram-se os ícones da grife Hermès. Uma delas, contada pela escritora Dana Thomas em seu livro Deluxe: How Luxury Lost Its Luster, diz que a cantora Jane Birkin sentou-se próxima ao CEO da Hermès, Jean-Louis Dumas, num vôo entre Paris e Londres em 1984, quando ela abriu sua agenda Hermès e várias anotações cairam no chão. Dumas teria levado a agenda dela e a devolvido um tempo depois, com um bolso costurado na parte de trás (que se tornou padrão nas agendas da marca). Birkin aproveitou para contar a Dumas sobre sua dificuldade em encontrar uma bolsa de couro espaçosa para as mamadeiras das filhas e descreveu o seu ideal. Pouco depois, o modelo que ela descreveu chegou a seu apartamento com um bilhete assinado de próprio punho por Jean-Louis Dumas.
Jane Birkin, após desfile da coleção Hermès: jeans, All Star e uma bolsa Birkin preta novinha em folha. Descolada e chique, toujours! (outubro, 2008)
* fotos de street wear de Paris e aspas, tudo da (ótima) Ana Clara Garmendia. A história da Birkin veio do Garotas Modernas. O víideo (de 1968) mostra a sempre jovem Jane Birkin em sua participação musical mais famosa, ao lado do então marido, Serge Gainsbourg. Clica vai, a música é inspiradora... rsrsrs
Brasileira gosta mesmo de uma novidade. Brasileira rica, então, nem se fala. A recém-aberta loja da Hermès no Shpping Cidade Jardim (São Paulo) não pára de vender. Houve quem comprasse três bolsas Birkin de uma vez, sendo que duas de couro de crocodilo (detalhe: o valor médio de uma bolsa da loja, em couro de boi, é de R$20.000. Na França, o valor é EU$4700. Ou seja, em média R$13.000).
Aqui pode ser mais caro, mas dá para dividir em cinco vezes. E brasileiro, rico ou pobre, adora uma prestação...
Os diretores da sede da grife estavam na loja paulista na segunda, e puderam assistir ao que acontecia. Preocupados, já se dispuseram a ver, nos estoques de Paris, o que dá para repor com urgência. Além disso, há contêineres chegando, com a nova coleção de inverno.
As Birkin Bags são colecionadas apaixonadamente por uma legião de consumidoras fiéis.
Ana Paula Junqueira confessa ter 13 modelos, comprados pelo mundo todo. E são todos de cores diferentes. Sua predileta tem estampa de leopardo e detalhes em pink... presente de sua amiga Naomi Campbell no último aniversário.
Lucília Diniz (herdeira do Grupo Pão de Açúcar) admite ter todas as cores: "Encomendei a coleção inteira em Paris e recebi em casa quase um ano depois, mas a linha completa. Foi um preço alto mas totalmente compensador".
Eliana Tranchesi (da Daslu) usa sua Birkin no dia a dia... "Seja em uma reunião ou festa, uma Birkin é sempre bem-vinda" conta a empresária que tem 17 Birkin Bags em seu closet de 200m².
Hebe Camargo também admira as Birkin, mas admite que tem "apenas" 8 unidades. Angélica é do mesmo time da loira "mãe": sua coleção tem 5 unidades, assim como Wanessa Camargo e Ivete Sangalo, que comprou uma em Paris em sua última passagem pela cidade mas já encomendou 4 na nova loja de SP.
Sandy disse que só troca suas Birkin por Balenciaga, tanto que mantém 10 bolsas de cada marca.
* li no Portal Onne. Já sobre as "birkinzetes", no Panela Chic.
Um assunto que acendeu meu botão de interessância na semana passada foi o início de mais um programa de moda na TV brasileira, o Temporada de Moda Capricho (na Boomerang, dia 9/09, às 21h e todas as quartas, no mesmo horário).
O programa é uma mistura de documentário e reality show que vai selecionar um novo estagiário de produção de moda para a Revista Capricho (da Editora Abril)entre 20 estudantes de moda. Apresentado pela editora criativa da revista, Adriana Yoshida, gira em torno do mundo dos editoriais de moda e acompanhará o drama dos participantes enquanto eles vão sendo eliminados do programa. O vencedor, além de produzir um ensaio com uma celebridade para a capa da revista, ganhará um estágio de seis meses na revista.
Ainda não assisti a nenhum épisódio (sou das raras pessoas que não suportam o formato reality show) mas quero muito confirmar o que eu já pude ver na página do programa: o cenário é incrível!
Parece uma loja, diga-se, uma loja bem descolada, de perfil jovem e moderno. E eles sabem que produziram uma mina de ideias, pois disponibilizaram no site um recurso de visualização 360 graus. Adorei! Boa fonte de inspiração...
Mudo de área, rumo à pagina de economia. O texto:
...hum?! Como?! Estão querendo que eu acredite que a mulher paulistana, com salário médio de R$5 mil, gasta somente R$75 em roupas, bolsas e sapatos?
E essa história de investimento também não colou. Brasileira com poupança maior que o closet? Só se estivermos falando "daquelas mulheres".
De bom mesmo, só a frase retirada do texto sobre pesquisas científicas:
Os calçados importados da China ficarão mais caros nas prateleiras das lojas brasileiras. Uma decisão da Camex (Câmara de Comércio Exterior) determinou a sobretaxação provisória de US$ 12,47 para cada par fabricado no país asiático, após investigações apontarem que os chineses exportam esses produtos a preços inferiores ao praticados internamente, prejudicando a indústria nacional.
A medida terá validade de seis meses, mas o processo que definirá uma alíquota definitiva deve ser encerrado antes do fim do ano. A análise técnica do relatório de 35 mil páginas produzido pelo Ministério do Desenvolvimento apontou um direito de sobretaxação de US$ 18,44, mas a decisão final será tomada apenas em dezembro.
A resolução só não vai atingir calçados que representam parcelas muito pequenas nas importações brasileiras: sandálias de praia; alpercatas de couro, pantufas e sapatos de bebês. Também estão livres da taxação as sapatilhas de dança e calçados utilizados exclusivamente para a prática de alguns esportes, como boxe e ciclismo, além dos calçados descartáveis e utilizados como itens de segurança em fábricas.
Para o presidente da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Milton Cardoso, a resolução, ainda que provisória, representa um avanço ao restabelecer condições para que o setor possa resistir à invasão chinesa e voltar a gerar empregos. "Apenas no último trimestre do ano passado, perdemos 42 mil postos de trabalho. Com a conclusão do processo, em um ano podemos criar 60 mil vagas."Segundo a entidade, o preço médio dos calçados chineses no desembarque ao longo de 2009 foi de US$ 7,03. Com a sobretaxação, esse valor quase triplicará. Cardoso confirmou que o Vietnã será o próximo país a ser denunciado por prática desleal.
No entanto, para o descontentamento das maiores multinacionais do segmento, alíquota maior vale para os tênis de alto desempenho, que atualmente custam aos consumidores brasileiros cerca de R$ 500. Os fabricantes (leia-se Nike, Adidas, Puma, Mizuno e Asics) argumentam que esses calçados já entram no país com taxa de 35%, a maior permitida pela OMC (Organização Mundial do Comércio) em condições normais de concorrência. Para empresários do setor, a alíquota adicional, como punição por um suposto movimento desleal, acabaria prejudicando os usuários. Além de afirmarem que a escala de consumo não justifica a fabricação desses tênis no país, os grandes grupos internacionais alegam que a indústria nacional não seria capaz de produzi-los internamente. Além disso, processos semelhantes contra sapatos chineses na União Europeia e na Argentina não teriam resultado em sobretaxa para calçados esportivos.
O quê é dumping?
O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior define da seguinte forma: “A prática de dumping, ou seja, a exportação de bens para outros mercados com preços inferiores ao praticado no mercado de origem, é considerada desleal pela OMC (Organização Mundial do Comércio). O direito antidumping é uma medida clássica de defesa comercial utilizada para evitar que produtores nacionais sejam prejudicados por importações desleais. Para a aplicação de um direito antidumping é realizada uma investigação para a verificação de dumping, dano à produção doméstica e o nexo de casualidade entre ambos.
* do Portal Use Fashion, em 10/09/09. E tem também matéria completa na Exame deste mês. Assim que conseguir o texto na íntegra, posto aqui.
* Zevs, ou Christophe Schwarz, 31, começou a grafitar em Paris na década de 90. Desde a metade dos anos 2000, Zevs deixou de lado as ruas e anúncios publicitários para intervir em logomarcas - nem o Google escapou de ter suas tintas diluídas. Li na Folha.
Sapatos de salto altos venderam mais de US$ 5 bilhões, ano passado nos EUA! E olha que os dados já contemplam o início da crise financeira (divulgada em setembro de 2008 - um ano!). Mas já dá para ter uma ideia do que almejam as mulheres... Cinco bilhões gastos em saltos. Mamma mia!
Victoria Beckam personifica a pesquisa: sempre de saltos e às compras...
E mais: Uma pesquisa feita no Reino Unido (fresquinha, divulgada pela BBC News em 9/09) levantou os seguintes dados:Isso no Reino Unido... Mas mulher brasileira é diferente! Aposto meus L.A.M.B. (by Gwen Stafani, hechos en Brazil - não confundam com os riquésimos lãmbutãn...) que a porcentagem de mulheres que compram sapatos conscientes que vão conseguir usá-los somente uma vez é de 10 para 1!
Não é uma solução pra lá de simpática para estacionamentos de shoppings e de estabelecimentos comerciais?
Nem que seja por alguns dias... em comemoração pelo Dia Internacional da Mulher ou Dia das Mães, por exemplo... nos poupavam de alguns calinhos (ai, ai, ui!)
* gráfico da InStyle; pesquisa da BBC do Petiscos; estacionamento pink da Época OnLine.